Eu, menina sozinha
nas estrelas,
vc, luz oriunda do nada.
Resta-me o contemplar do brilho.
Eu, que tantas vezes voltei meu olhar para o nada a fim de encontrar-te.
Vc, que tantas vezes se escondeu para que minha procura fosse nula.
Nesse tempo em que qualquer alarde é amor.
sábado, setembro 10, 2011
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