Facínora... Criou os poetas que se alimentam dele e o fortalecem irremediavelmente.
Para sempre irão cultuar o que só existe pela ilusão de uns e
consentimento cruel de outros. Seja qual for a língua, proponho abolirmos essa
palavra que gera náuseas e desenganos. Cinicamente, me despeço da pronúncia do amor. Sem, entretanto, deixar de amar.
sábado, setembro 10, 2011
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