Antes de tudo, isso não é heresia. É reflexão. Essa força positiva que nos move em direção ao bem, ao prazer, a satisfação. Seguiremos o caminho que nos permitirá gritar, sorrir, chorar – naturalmente. Nunca perguntaremos se podemos ser sinceros. Modelos – adeus. Nunca mais ficar sem graça. Nunca mais a proibição. Teremos fundamentos mais sólidos que a fé. E, todos satisfeitos, caminharemos juntos como na música que John Lennon imaginou. Seremos nietzschianos, não notaremos a diferença entre bem e o pecado, e nunca mais seremos acorrentados à culpa das nossas más ações ou à glória da nossa generosidade, humildade – e todas essas “ades” que me fazem tão melhor que o outro, tão naturalmente igual a mim!!!! Teremos consciência que nossos desejos não são sujos, que nossos corpos não são impuros. Já és minha. Liberdade. Não sou criatura de nenhum “deus” egoísta e impetuoso, vingativo... Muito menos filho. Meu pai “da terra” demonstra tamanha disparidade para com o meu “pai celeste”, que às vezes, digo quase sempre, tenho a impressão que a troca de posições não seria um despropósito. Humano – Deus!!!!!!!!!!!!! Justiça, amor, caridade, amizade, fé, razão, sinestesia, rancor, onipotência... Criamos nomes para entender. Contraditório, pois nos são necessários outros nomes para explicá-los. A filosofia nada mais é que uma filologia aprofundada e ampla...
quinta-feira, agosto 19, 2010
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